Pesquisadores do ES apresentam projetos de excelência em Seminário

FAPESO Programa de Apoio a Núcleos de Excelência (Pronex) tem como objetivo o apoio financeiro a projetos de pesquisas científicas, tecnológicas e de inovação

Após cerca de 30 meses de estudos em desenvolvimento, chegou a hora dos pesquisadores de Instituições de Ensino e Pesquisa do Espírito Santo, contemplados com recursos financeiros para desenvolvimento dos trabalhos, apresentarem os resultados finais das suas pesquisas. As apresentações terão início nesta segunda-feira (20) durante o Seminário de Avaliação e Acompanhamento do Programa de Apoio a Núcleos de Excelência (Pronex).

O Seminário do Pronex é uma das etapas finais de avaliação de pesquisas desenvolvidas por grupos de excelência do Espírito Santo, selecionados em três editais conjuntos entre a Fundação de Amparo à Pesquisa do Espírito Santo (Fapes) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). O evento contará com a presença de seis consultores especialistas de Instituições do Brasil e representantes do CNPq, que avaliarão as metas alcançadas.

O seminário será realizado nesta segunda (20) e terça-feira (21) no Hotel Quality, unidade Aeroporto, das 8 às 18 horas. E na quarta-feira (22) serão realizadas visitas técnicas a alguns projetos desenvolvidos em Vitória e no município de Marilândia.

Pronex

O Programa de Apoio a Núcleos de Excelência (Pronex) tem como objetivo o apoio financeiro a projetos de pesquisas científicas, tecnológicas e de inovação, visando dar suporte a grupos de pesquisas com excelência reconhecida ou novos grupos. O Programa é uma iniciativa do CNPq em parcerias com Fundações de Amparo a Pesquisa, que financiam em conjunto, o desenvolvimento de pesquisas de grande destaque em todas as áreas do conhecimento, gerando produtos que repercutem no âmbito nacional e internacional.

No Espírito Santo, o Pronex celebrou o primeiro convênio com o CNPq em 2005. Até 2013, foram 21 projetos apoiados no programa, totalizando cerca de R$ 12 milhões de investimentos, com projetos que variam de 450 a 950 mil reais cada.

“O Pronex tem impulsionado o desenvolvimento de pesquisas em rede, a formação de intercâmbios interinstitucionais e o desenvolvimento de pesquisas inovadoras, destacando a pesquisa que é desenvolvida no Estado no âmbito nacional e internacional”, explica o diretor presidente da Fapes, Anilton Salles Garcia.

“A visibilidade das pesquisas desenvolvidas e das instituições capixabas aumentou substancialmente nesse período. O Pronex é considerado como um caso de sucesso no Espírito Santo. Há a previsão de investimentos de mais 6 milhões pelo CNPq e a FAPES para os próximos dois anos no PRONEX”, destaca o diretor.

Confira a reportagem completa em: http://admin.es.gov.br/scripts/adm007_1.asp?p=104182

Reportagem da FAPES 18/10/2012

Um projeto apoiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Espírito Santo (Fapes) está desenvolvendo tecnologia que resultará em um automóvel autônomo. O carro está exposto na 9º Semana de Ciência e Tecnologia, de 17 e 19 de outubro, na Praça do Papa, em Vitória.

Já são realizados testes na Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), em que o carro se move sem o comando de nenhum humano, e os visitantes da 9º Semana Estadual de Ciência e Tecnologia poderão ver de perto essa supermáquina do futuro.

O projeto do “carro que anda sozinho” está sendo desenvolvido no Laboratório de Computação de Alto Desempenho (LCAD) da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), coordenado pelo professor Alberto Ferreira de Souza. A equipe desenvolve um sistema de inteligência artificial capaz de guiar o veículo, sem a necessidade de um motorista.

Segundo o pesquisador, o carro é um robô capaz de entender o mundo por meio da visão, como o cérebro humano, coordenando imagens dinâmicas, captadas através de câmeras e sensores laser, acoplados ao veículo.

“Isso é possível devido às nossas pesquisas em sistemas inteligentes, que imitam aspectos do comportamento inteligente humano, como aprendizado, percepção, raciocínio, evolução e adaptação”, diz o professor pesquisador.

O carro utilizado em testes pela equipe é um veículo híbrido (movido à eletricidade e a gasolina), e eles utilizam a energia da bateria do automóvel para alimentar os computadores que atuam como “motorista”.

As câmeras e lasers acoplados ao carro atuam como olhos do veículo, capazes de fazer a leitura do que se passa ao seu redor. Um supercomputador dentro do veículo recebe essas informações, processa e toma as decisões para guiar o automóvel sozinho. Informações à Imprensa:Assessoria de Comunicação da Fapes
Ana Luiza Freitas
Tel.: 3636 1853 – 9900 3774 comunicacao@fapes.es.gov.br http://www.fapes.es.gov.br

A reportagem completa pode ser vista aqui.